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TOP 15 Crescimento das Maiores Economias da América Latina em 2026

Brasil e México lideram em tamanho, enquanto o maior crescimento à retração, os extremos estão lado a lado.

TOP 15 Crescimento das Maiores Economias da América Latina em 2026
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A economia latino-americana deve apresentar crescimento moderado em 2026. Segundo a atualização de julho de 2026 do Fundo Monetário Internacional (FMI), a América Latina e o Caribe devem crescer 2,4% em termos reais, mesmo ritmo projetado para 2025. Para 2027, a previsão é de aceleração para 2,7%. No cenário global, o FMI projeta crescimento mundial de 3,0% em 2026. Assim, a América Latina e o Caribe devem crescer 0,6 ponto percentual abaixo da média mundial.



O Brasil continua como a maior economia


O Brasil permanece disparado como a maior economia da região, com PIB nominal projetado em US$ 2,636 trilhões em 2026. O país representa, sozinho, uma parcela muito significativa da produção econômica latino-americana. Na segunda posição aparece o México, com US$ 2,121 trilhões, seguido pela Argentina, com US$ 688,4 bilhões. Juntos, Brasil e México concentram mais da metade do PIB nominal dos 15 países selecionados no ranking.


A partir daí, há uma diferença considerável de escala: Colômbia, em quarto lugar, aparece com US$ 539,5 bilhões, enquanto Chile e Peru vêm logo depois, com US$ 407,9 bilhões e US$ 380,9 bilhões, respectivamente.


Quem mais cresce?

Entre as 15 maiores economias selecionadas, o maior crescimento projetado para 2026 é o do:

Paraguai — +4,2%, Venezuela — +4,0%, Guatemala — +3,9%, Panamá — +3,8% e República Dominicana — +3,7%. Também aparecem com crescimento acima da média regional a Costa Rica (+3,6%), Argentina (+3,5%), Peru (+2,8%) e Equador (+2,5%). Brasil e Chile estão na média regional (2,4%).


E quem cresce menos?

Na outra ponta, a Bolívia é o único país do Top 15 com retração, com −3,3%. Entre os países que ainda apresentam crescimento positivo, os menores índices são: México: +1,2% Uruguai: +1,8% e Colômbia: +2,3%.


As 15 maiores economias

País PIB nominal, Crescimento real (%):

1 🇧🇷 Brasil US$ 2,636 tri +2,4%

2 🇲🇽 México US$ 2,121 tri +1,2%

3 🇦🇷 Argentina US$ 688,4 bi +3,5%

4 🇨🇴 Colômbia US$ 539,5 bi +2,3%

5 🇨🇱 Chile US$ 407,9 bi +2,4%

6 🇵🇪 Peru US$ 380,9 bi +2,8%

7 🇪🇨 Equador US$ 138,2 bi +2,5%

8 🇩🇴 República Dominicana US$ 136,1 bi +3,7%

9 🇬🇹 Guatemala US$ 128,9 bi +3,9%

10 🇻🇪 Venezuela US$ 111,3 bi +4,0%

11 🇨🇷 Costa Rica US$ 109,9 bi +3,6%

12 🇺🇾 Uruguai US$ 96,1 bi +1,8%

13 🇵🇦 Panamá US$ 95,0 bi +3,8%

14 🇧🇴 Bolívia US$ 80,7 bi −3,3%

15 🇵🇾 Paraguai US$ 60,5 bi +4,2%


O ranking evidencia uma característica importante da América Latina: tamanho econômico e velocidade de crescimento não são a mesma coisa. Brasil e México são, de longe, as maiores economias do grupo, mas não estão entre as que mais crescem. Já Paraguai, Venezuela, Guatemala, Panamá e República Dominicana apresentam taxas mais elevadas, embora tenham economias muito menores. Entre os 15 países, a diferença entre o maior e o menor crescimento é de 7,5 pontos percentuais: de −3,3% na Bolívia a +4,2% no Paraguai. O próprio FMI destaca que as perspectivas para a América Latina e o Caribe são heterogêneas entre os países, apesar da projeção regional de 2,4%.



Fonte: Fundo Monetário Internacional - FMI (World Economic Outlook Update, July 2026).

nota: PIB nominal: valores em US$ correntes, usados para ordenar as 15 maiores economias. Crescimento: variação real do PIB (%), descontando o efeito dos preços.

Infografia: William Ferreira, Pesquisa: Brasil Em Mapas (2026), LGAC Comunicação.