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Lula diz que não governa para ricos em agenda no RJ

O presidente afirmou que pessoas humildes, classe média e trabalhadores são quem precisam do governo federal durante entrega na Dutra.

Lula diz que não governa para ricos em agenda no RJ

FOTO: (RICARDO STUCKERT/PR)

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Lula diz que não governa para ricos em agenda no Rio

O presidente afirmou que pessoas humildes, classe média e trabalhadores são quem precisam do governo federal durante entrega na Dutra.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça feira, 23 de junho de 2026, que não se candidatou à Presidência da República para adotar medidas voltadas aos mais ricos. A declaração foi feita durante agenda no Rio de Janeiro, na inauguração da primeira etapa das obras de um trecho da Rodovia Presidente Dutra, na Serra das Araras.

Na fala, Lula afirmou que quem precisa do governo federal são as pessoas de menor renda, a classe média e os trabalhadores. O presidente também citou investimentos feitos no Rio de Janeiro durante gestões petistas e defendeu que os governos dele e de Dilma Rousseff destinaram recursos ao Estado.


O que aconteceu

Lula participou nesta terça feira de anúncios de entregas na Nova Serra das Araras, no Rio de Janeiro. No evento, o presidente disse que sua candidatura não teve como objetivo fazer ações para os mais ricos.

Segundo Lula, o rico não precisa do governo. Ele afirmou que as pessoas humildes, a classe média e trabalhadores de diferentes categorias profissionais são os grupos que necessitam da atuação do poder público.

A declaração ocorreu em uma agenda de entrega de obras na Rodovia Presidente Dutra. O trecho inaugurado corresponde à primeira etapa das obras na Serra das Araras.

Foram entregues quatro quilômetros de pista de subida. O investimento total informado para a obra é de R$ 1,5 bilhão.

A Rodovia Presidente Dutra é uma das principais ligações entre Rio de Janeiro e São Paulo. No evento, Lula participou das entregas no Rio e depois embarcou para São Paulo, conforme a agenda citada nas fontes enviadas.


Declaração de Lula


Durante o discurso, Lula afirmou que não se candidatou ao cargo para fazer ações destinadas aos ricos. A fala teve tom voltado ao eleitorado de menor renda e a trabalhadores.

O presidente disse que as pessoas humildes, a classe média e os trabalhadores de todas as categorias profissionais são quem precisam do governo federal.

Na mesma agenda, Lula também pediu que fosse pesquisado se algum presidente havia destinado mais recursos ao Rio de Janeiro do que ele e Dilma Rousseff. O petista disse duvidar que algum governador tenha recebido de outro presidente mais ajuda do que os governos estaduais receberam nas gestões Lula e Dilma.

A declaração foi feita em meio a uma série de compromissos oficiais no Rio de Janeiro, realizados na segunda feira, 22 de junho, e nesta terça feira, 23 de junho.


Agenda no Rio de Janeiro

Lula cumpriu compromissos no Estado do Rio de Janeiro nos dias 22 e 23 de junho. Na segunda feira, assinou a adesão do Estado ao Propag, Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados.

O Propag é um programa voltado ao pagamento de dívidas estaduais. No caso citado, a agenda tratou da adesão do Rio de Janeiro ao mecanismo.

Ainda na segunda feira, Lula participou da solenidade pelos 74 anos do BNDES, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. O banco é uma instituição pública federal de financiamento.

O presidente também anunciou investimentos em favelas da capital fluminense. Além disso, compareceu à premiação da 20ª OBMEP, Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas.

Na terça feira, Lula participou dos anúncios de entregas na Nova Serra das Araras. Depois da agenda no Rio, embarcou para São Paulo.


Obra na Serra das Araras


A entrega feita nesta terça feira envolve a primeira etapa das obras do trecho da Rodovia Presidente Dutra na Serra das Araras, no Rio de Janeiro.

Segundo as informações enviadas, foram lançados quatro quilômetros de pista de subida. O investimento total previsto é de R$ 1,5 bilhão.

A obra foi apresentada pelo governo federal como parte das entregas realizadas no Estado. No discurso, Lula vinculou a agenda à atuação do governo em obras e investimentos públicos.

O evento também serviu de palco para o presidente citar os recursos destinados ao Rio de Janeiro durante gestões petistas. Ele mencionou seus governos e os mandatos de Dilma Rousseff ao falar sobre investimentos federais no Estado.


Contexto político


A declaração ocorreu em um ano eleitoral. Segundo uma das fontes enviadas, esta será a sétima vez que Lula disputa a Presidência da República. Em 2018, ele anunciou candidatura, mas foi barrado pelo TSE, Tribunal Superior Eleitoral.

Caso seja eleito, Lula cumprirá seu quarto mandato à frente do Executivo federal. Ao fim dos quatro anos, terá 85 anos, conforme as informações presentes na fonte.

A mesma fonte afirma que, em 2026, o principal adversário do presidente é o senador Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro, filho do ex presidente Jair Bolsonaro.

Também foi citado um levantamento do Datafolha divulgado em 20 de junho. Segundo a pesquisa mencionada na fonte, Lula aparece com 47% das intenções de voto no segundo turno contra 43% de Flávio Bolsonaro. A diferença informada é de 4 pontos percentuais.

As informações eleitorais foram apresentadas no material enviado como parte do contexto da fala de Lula durante a agenda no Rio de Janeiro.


Próximos passos


Após participar das entregas na Nova Serra das Araras, Lula embarcou para São Paulo. As fontes enviadas não detalham os compromissos seguintes do presidente na capital paulista.

A obra na Rodovia Presidente Dutra teve sua primeira etapa entregue com quatro quilômetros de pista de subida. O investimento total informado é de R$ 1,5 bilhão.

As fontes também não informam novas datas de entrega relacionadas ao restante das obras na Serra das Araras.

A fala de Lula deve integrar a cobertura política da agenda oficial no Rio de Janeiro, especialmente por ocorrer em um ano eleitoral e envolver declarações sobre a função do governo federal, investimentos públicos e prioridade a grupos de menor renda.