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Brasil define regras para futuras usinas eólicas offshore

A EPE publicou as diretrizes para selecionar áreas destinadas aos primeiros parques eólicos no mar, setor que já tem 59 projetos em licenciamento no Ibama.

Brasil define regras para futuras usinas eólicas offshore

Fonte da imagem: Reprodução: Chí Trung Lê de Pexels

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O Brasil avançou na preparação para viabilizar suas primeiras usinas eólicas offshore, como são conhecidos os empreendimentos de geração de energia pelo vento instalados no mar. No fim de julho, a Empresa de Pesquisa Energética, vinculada ao Ministério de Minas e Energia, publicou as regras que orientarão a escolha das áreas destinadas aos futuros projetos.

Segundo reportagem de Carlos Madeiro, no portal UOL, a definição das áreas será feita em três etapas. O processo começa pela identificação das regiões com maior potencial de geração de energia. Depois, serão analisados os impactos socioambientais. Na última fase, as áreas serão classificadas com base em critérios técnicos, econômicos e logísticos.

O que aconteceu

A publicação das regras pela EPE representa uma nova etapa na organização do setor de eólicas offshore no país. Esse tipo de usina utiliza estruturas instaladas no mar para transformar a força dos ventos em energia elétrica.

A seleção das áreas é considerada uma fase necessária para indicar onde os futuros empreendimentos poderão ser planejados. Pelas regras divulgadas, o processo levará em conta tanto o potencial de geração quanto fatores socioambientais e operacionais.

Os principais números

Mesmo antes da definição oficial das áreas, o Brasil já registra 59 projetos de usinas eólicas offshore em processo de licenciamento ambiental no Ibama.

Do total, 32 estão concentrados no Nordeste. A região aparece como a principal área de interesse entre os projetos que já foram apresentados para análise ambiental.

O licenciamento ambiental é a etapa em que órgãos responsáveis avaliam se uma atividade pode ser autorizada do ponto de vista ambiental. No caso citado pela fonte, os projetos ainda estão em processo no Ibama.

Etapas para escolha das áreas

Segundo a reportagem citada, a seleção será dividida em três fases.

A primeira etapa será voltada à identificação das regiões com maior potencial de geração. Em seguida, serão avaliados os impactos socioambientais relacionados às áreas analisadas.

Na fase final, as regiões serão classificadas conforme critérios técnicos, econômicos e logísticos. Esses critérios devem orientar a definição das áreas destinadas aos futuros empreendimentos.

Contexto

A regulamentação dá continuidade a um processo iniciado em 2022. A etapa mais recente ocorre após a aprovação, em 2025, do marco legal das eólicas offshore.

O marco legal é o conjunto de regras que organiza a atividade e estabelece as bases para o desenvolvimento do setor. No caso das eólicas offshore, ele serve como referência para a instalação de projetos de geração de energia no mar.

Preocupações

O avanço do setor também é acompanhado por preocupação de comunidades pesqueiras e especialistas, segundo as informações fornecidas.

A fonte não detalha quais são as principais críticas ou os pontos específicos de preocupação. Por isso, a informação deve ser tratada de forma direta, sem acrescentar impactos ou conclusões não mencionados no texto original.